O QUE É A ECONOMIA?
A Economia pode ser definida como a ciência que estuda a maneira pela qual os homens decidem empregar recursos escassos, para satisfazer os desejos e necessidades humanas, que são ilimitadas. É o estudo da utilização de bens escassos que podem ter usos alternativos.
Escassez significa que os recursos disponíveis são insuficientes para satisfazer todas as necessidades e desejos. Estando ausentes a escassez dos recursos e a possibilidade de fazer usos alternativos desses recursos, não haverá problema económico.
FASES DA ECONOMIA
O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção e distribuição são de propriedade privada e com fins lucrativos; decisões sobre oferta, demanda, preço, distribuição e investimentos não são feitos pelo governo, os lucros são distribuídos para os proprietários que investem em empresas e os salários são pagos aos trabalhadores pelas empresas. É dominante no mundo ocidental desde o final do feudalismo. O termo capitalismo foi criado e utilizado por socialistas e anarquistas (Karl Marx, Proudhon, Sombart) no final do século XIX e no início do século XX, para identificar o sistema político-econômico existente na sociedade ocidental quando se referiam a ele em suas críticas, porém, o nome dado pelos idealizadores do sistema político-econômico ocidental, os britânicos John Locke e Adam Smith, dentre outros, já desde o início do século XIX, é liberalismo.Pré-capitalismo Período de emergência da economia mercantil, na qual o comércio e a produçãoartesanal começam a ganhar força. Nessa época, aproximadamente séculos XII a XV, não segeneralizou o trabalho assalariado. Predominavam os trabalhadores independentes (artesãos), quevendiam o produto de seu trabalho, mas não sua força de trabalho. Os artesãos eram os donos desuas oficinas e ferramentas (meios de produção), assim como das matérias-primas. Trabalhadoressem meios de produção, obrigados a produzir mediante pagamento de salário (jornaleiros), sóexistiam em pequena escala nos centros mais desenvolvidos
Capitalismo comercial: Estende-se do século XVI ao XVIII. Apesar de predominar o produtor independente, expande-se o trabalho assalariado. A denominação comercial se relaciona ao fatode existir preponderância do capital mercantil sobre a produção. A maior parte do lucroconcentrava-se na mão dos comerciantes, intermediários entre o produtor e o consumidor. Lucravamais quem comprava e vendia a mercadoria, não quem a produzia. Por isso, o capital seacumulava na circulação, no comércio, não na produção. Essa fase – também denominada fase deacumulação originária ou primitiva de capital – permitiria mais tarde a Revolução Industrial.
Capitalismo industrial: Tem início na segunda metade do século XVIII na Inglaterra. O capitalacumulado na circulação de mercadorias é investido na produção; o capital industrial passa entãoa dominar o conjunto da produção, distribuição e circulação de riquezas. O trabalho assalariado seinstala definitivamente, em prejuízo dos artesãos, separando claramente os possuidores de meiosde produção (a burguesia) e a massa de trabalhadores (o proletariado). O processo se espalha,inicialmente, pela Europa, América do Norte e Ásia. Nas últimas décadas do século XIX e início doséculo XX predomina em quase todas as regiões do mundo. Numerosas nações, então, passam alutar para atingir a condição de país industrializado; algumas para conquistar hegemonia nomercado internacional.
Capitalismo financeiro: Fase atual. Começa a se delinear em fins do século XIX, mas cristaliza-se no século XX: o sistema bancário e grandes corporações financeiras tornam-se dominantes epassam a controlar as demais atividades – indústria, comércio, agricultura e pecuária. As empresasconcentram diversas atividades e tornam-se cada vez mais poderosas, assumem dimensãointernacional: são as multinacionais. Devido à concentração do capital, com a formação deempresas gigantescas que dominam grandes setores da produção, podemos também chamar essafase de capitalismo monopolista. Sobretudo a partir da década de 1980, assistimos a umavertiginosa aceleração da mobilidade do capital, facilitado pela informática, num processo deglobalização no qual o capital financeiro se torna cada vez mais desvinculado das atividadesprodutivas, buscando o máximo de lucro no menor tempo possível.
ECONÓMIA GLOBAL
Desde o final da Segunda Guerra, o processo de mundialização se intensificou, devido aos avanços das relações comerciais. A necessidade de reconstrução econômica levou os países europeus a desenvolver novos eixos de exportações e importações, além de aprimorar os já existentes.POR BAIXO MOSTRAMOS UMAS IMAGENS DA ECONOMIA ACTUAL
Economia actual
Resistência política para a formação do novo Governo em Itália e leilão de dívida levam risco do país para máximos da era euro.
Os investidores intensificaram a pressão sobre obrigações de Itália no mercado ‘fora de balcão' (OTC), onde se negoceiam mais de 90% dos títulos de dívida. Reflexo do forte aumento das ordens de venda é a subida da ‘yield' nas obrigações italianas a 10 anos para cima da barreira dos 7%, que tem sido apontada como insustentável diante de uma dívida pública de 1,9 biliões de euros (120% do PIB), tendo provocado a demissão de Sílvio Berlusconi.
'Traders' revelaram à Reuters, que o Banco Central Europeu (BCE) está hoje no mercado, pelo terceiro dia consecutivo, a comprar dívida italiana.
taxa de desemprego
A taxa de desemprego portuguesa ficou nos 12,4% no terceiro trimestre de 2011, o que traduz uma subida de 0,3 pontos percentuais face ao valor observado no trimestre anterior, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de desemprego das mulheres (12,9%) excedeu a dos homens (12,0%), mas ambas subiram face ao trimestre anterior.
Estima-se que, entre Julho e Setembro deste ano, o número de desempregados em Portugal, se fixou nos 689.600 indivíduos, um aumento trimestral de 2,2% ou 14.600 pessoas. A juntar a isto, população empregada encolheu 0,8%, ou 39.300 pessoas, estimando-se que estejam agora empregados pouco mais de 4.853.700 de pessoas.
O INE destaca o aumento no número de mulheres desempregadas, superior ao registado entre os homens, e também entre os jovens (dos 15 aos 24 anos). Pelo contrário, o desemprego de indivíduos com 25 e mais anos diminuiu. Por níveis de escolaridade, o desemprego alastrou sobretudo entre indivíduos com ensino secundário, pós-secundário e superior. Há também mais pessoas à procura do primeiro emprego e desempregados recentes (nesta situação há menos de um ano). Pelo contrário, o desemprego de longa duração diminuiu.
o quadro ao abaixo mostra como esta a taxa de desemprego em portugal
Economia Emergentes
O encontro do G20 na semana passada marcou o fim da tentativa de três anos da zona do euro para se salvar. A união monetária vai ser salva, mas não a partir de dentro. Sua sobrevivência virá pelas mãos do Fundo Monetário Internacional e das economias emergentes.A confusão da zona do euro explodiu, de uma crise regional contornável em 2009 tornou-se uma crise global hoje. A verdade simples é que a Europa foi incapaz de resolver seus problemas.
Por três razões:
É que concordar em como dividir as perdas é sempre difícil, mas praticamente impossivel em um mundo com 17 estados, bancos poderosos, mais de uma instituição europeia com a mesma função, uma opinião pública ressentida e dúzias de partidos políticos, com alguns dos menores tendo a maior capacidade de barganha.
Razão é o colapso dos processos técnicos, que tem relação com a primeira síndrome.
A terceira razão: os fracassos específicos da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu. Há muitas razões para isso, que vão da liderança desgastada de Jean-Claude Trichet à impraticabilidade do Tratado de Lisboa, ao desprezo da Alemanha e França em relação a Bruxelas [2]. A chegada de Mario Draghi ao comando do BCE será um tônico parcial.
As próximas semanas são cruciais, durante as quais o FMI, o BCE e a comissão [europeia] tem a última chance de responder antes de um derretimento da zona do euro. A nova liderança do FMI tem de longe a maior responsabilidade, de primeiro entre iguais, na definição de um plano abrangente. Os políticos europeus e o resto do G20 fariam muito bem se encorajassem a Grécia a trabalhar com o FMI, a Comissão Europeia e o BCE para resolver as questões críticas ainda não resolvidas. O FMI, por sua vez, precisa ser especialmente sábio para desenhar programas socialmente aceitáveis e economicamente realistas.
A POBREZA
A realidade de um país assolado por guerras e onde milhões de famintos estão à beira da morte. Vinte anos de combate, desespero e dor. A guerra civil que toma conta da Somália dizimou uma geração inteira. Por lá, são cerca de dez mil crianças que ainda perdem a vida por mês







